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Controle de Escorpiões

Falar sobre combate a escorpião é falar sobre proteção a vida. A letalidade provocada por ele apresenta números cada vez mais impressionantes, levando em consideração que na ultima década as estratégias de controle se aprimoraram e ao menos em tese, eliminar escorpiões se tornou algo mais efetivo. Contra teses como essa, há um número que causa bastante impacto. Nos últimos 10 anos houve um aumento de 164% nas mortes provocadas pelas espécies que estão distribuídas no Brasil. Certamente você sabe também que esses números ligados as medições estatísticas da saúde publica, são sempre maiores, em virtude das distorções nas notificações. Por outro lado um dos motivos do aumento dos casos é atribuído justamente a melhoria na forma como se notificam os óbitos, principalmente em cidades com deficiências ainda maiores no atendimento a esse tipo de problema.

Esse animal disputa junto às cobras, como os que mais provocam mortes por inoculação de veneno. Para se ter uma idéia no ano de 2015, quase 75 mil pessoas foram picadas por escorpiões, e 119 não resistiram, contra 24.467 acidentes com cobras, que geraram 107 óbitos, segundo o Ministério da Saúde.  Obviamente que o impacto de acidentes fatais com as cobras são bem mais expressivos, mas levando em consideração os locais onde as espécies habitam, a quantidade de escorpiões e o crescimento vertiginoso, o problema precisa de uma atenção diferenciada da sociedade. É quase impossível que na segurança do seu imóvel, seja residencial ou empresarial, enquanto você tem acesso a esse texto, que uma venenosa cobra cruze seu caminho, já em relação aos escorpiões, essa possibilidade é bem grande, uma vez que na área urbana ele se alimenta de baratas, e convenhamos que ao menos num raio de 100 metros de onde você nos lê, deve haver um esgoto fervendo de baratas.

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Em torno dos serviços que visam acabar com concentrações populacionais de escorpiões em ambientes diversos, há uma série de polêmicas e pontos a se refletir. Algo porém é fundamental você ter acesso. A ANVISA a partir da chancela do Ministério da Saúde, concede registro a substâncias químicas capazes de matar escorpiões, dentro de padrões extremamente seguros para as pessoas e animais domésticos. Esses produtos são comercializados apenas para empresas especializadas e licenciadas como a rede UNIPRAG por exemplo, e entidades governamentais, como as secretarias de saúde dos municípios.

O controle de escorpiões é bastante complexo e deve ser executado sempre por profissionais especializados. As dificuldades são impostas por diversos fatores dentre os quais podemos destacar:

1) Os escorpiões podem permanecer em seus abrigos por longos períodos, já que podem passar até um ano sem se alimentar e desta forma dificultam o contato e exposição aos inseticidas.

2) Ao detectarem a presença de substâncias nocivas, eles acionam a sua incrível capacidade de fechar os estigmas pulmonares, permanecendo assim por longos períodos.

3) Não existem produtos de uso doméstico indicados para controle de escorpiões.

Embora nós mesmos condenamos e orientamos para que não seja utilizado, por ser um termo inadequado e desatualizado, é extremamente comum, e praticamente uma regra, que a procura pelo  serviço aconteça como uma solicitação para “dedetização de escorpiões”. A falha já acontece a partir da busca de uma empresa prestadora de serviços ambientais, onde a grande maioria usará os buscadores para encontrar “a melhor dedetizadora para escorpiões”. Aproveitamos esse espaço para orientá-lo quanto a forma correta para encontrar bons serviços de combate a pragas em uma próxima ocasião. Deve-se procurar “controle de pragas urbanas”.
Para se alcançar bom nível de controle devem ser estabelecidas medidas de controle e manejo populacional através da coleta ativa de escorpiões, modificações ambientais que desfavoreçam sua ocorrência pela redução e/ou eliminação de fontes de abrigo e alimentação, e através do tratamento químico com o uso de produtos específicos para pulverização dos locais acessiveis. Nas áreas internas, os locais que devem ser preferencialmente tratados para a redução das infestações por escorpião são os rodapés soltos, ralos de pia e piso em cozinhas e banheiros, frestas e vãos nas paredes, batentes de portas e janelas, caixas de energia, armários sob pias ou gavetas e objetos empilhados. É importante também retirar tapetes, cortinas, quadros, objetos decorativos rente ao piso, afastar os móveis 50 cm das paredes e verificar jardins de inverno e outras possibilidades de abrigo.

Nas áreas externas devemos priorizar às pilhas de materiais de construção, às lixeiras, os amontoados de objetos descartados, às frestas e vãos de muros e barrancos, às caixas de gordura, de esgoto e de energia e a amontoados de troncos, galhos e folhas caídas. Nossos consultores e técnicos estão capacitados a encontrar a melhor solução para o controle populacional de todas as espécies de escorpiões que ocorre no Brasil. Leia sobre as espécies aqui no nosso site.

 

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