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Controle de Caramujos

Controle de caramujos africanos

Que o caramujo conhecido como Gigante Africano foi inserido no país para virar o escargot alternativo, deu errado e virou praga, você já sabe.  Há muitas outras coisas importantes a saber…

O assunto não é propriamente novo, mas permanece super atual. Você olha mais atentamente no seu jardim em plena região metropolitana e se depara com um molusco escalando lentamente a parede. Se interessa um pouco mais e descobre que há dezenas ou centenas deles. Corre para a internet e confirma o que suspeitava: o local está tomado por caramujos conhecidos como “Gigante Africano” (Achatina fulica).

Ao buscar informação sobre o intruso bicho, rapidamente você descobre ter em sua casa, empresa ou condomínio, uma fonte de risco a saúde por uma espécie irresponsavelmente inserida aqui, e que se tornou literalmente uma praga urbana.  Agravando a situação, os moluscos acabam atraindo a curiosidade de crianças por conta do fascínio que exercem com suas conchas e a facilidade de serem capturados por elas. O risco de contrair doenças é portanto ainda maior.

Curiosidade:

É comum as pessoas comentarem de forma simplista sobre o molusco que veio do continente africano para o Brasil em 1988 e virou um problema de saúde pública. A verdade é que os primeiros relatos desse Caramujo são de 1803, e sua disseminação atingiu diversos países como Índia, Malásia, Austrália, Gana, Japão, Estados Unidos e nossa queridíssima pátria que a todos abriga, inclusive o competente Achatina fulica (pronuncia-se Acatina fúlica).

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Praga caramujoComo se livrar então desses Caramujos?

Se o problema já apresenta sinais de descontrole populacional, com diversos indivíduos instalados, a ajuda profissional é inevitável e estaremos à disposição em todos os estados brasileiros onde a UNIPRAG atua.

Se você observou apenas uns poucos indivíduos; é partir para ação de coleta e descarte direto. Mas antes de iniciar esse trabalho ou orientar alguém para que o faça, é preciso ficar atento a procedimentos, como: usar luvas, ter em mãos saco plástico reforçado, uma pá e preferencialmente um balde ou bacia.  Depois da coleta polvilhe bastante sal marinho, feche hermeticamente o saco e enterre a razoável profundidade. Não sendo possível, verifique junto a autoridade sanitária de sua cidade orientações sobre o descarte.  Em algumas pequenas cidades brasileiras as secretarias de saúde estão organizando mutirões e orientando os moradores na coleta.

Perguntas freqüentes que são feitas nas nossas Centrais de Atendimento:

Quanto custa uma dedetização para caramujo? 

Primeiro que o termo é completamente inadequado (veja mais sobre a palavra dedetização aqui no menu nossos serviços).  A forma correta seria indagar: Quanto custa um controle de caramujos? Obviamente que isso dependerá de diversos aspectos como:  nível populacional da praga, extensão da área a ser tratada, facilidade de remoção e aplicação de moluscicidas, potencial de reinfestação, nível de arborização entre outros pontos. Não há custo para elaboração de um orçamento. Solicite agora.

Qual o grave problema ligado ao Caramujo Africano?  

O incômodo visual da sua presença, os danos as plantas ornamentais e principalmente das plantações agrícolas (não havendo controle, ele devasta grandes áreas), não é o principal problema desse molusco. O fato que mais preocupa e deixa em alerta os departamentos de saúde pública é seu potencial como vetor de doenças. Ele é hospedeiro intermediário de duas espécies de nematoides, podendo transmitir um dos tipos de Meningite e a angiostrongilíase abdominal, causando perfuração intestinal, quadro hemorrágico, podendo levar a morte.

O fato de não haver a presença do caramujo no seu ambiente, não significa que você está seguro. 

Jardim com dedetização de caramujo

Lave bem frutas e principalmente as folhas que vão parar no seu prato e as deixe em imersão com hipoclorito. Não coma salada onde há dúvida sobre a higiene do local.

O que posso fazer para evitar a ocorrência do caramujo africano ma minha casa? 

A exemplo de outras pragas, algumas medidas preventivas ajudam a minimizar o problema do Caramujo. Manter o local limpo e organizado, remover entulhos e lixos são medidas simples e fáceis de realizar que podem contribuir na prevenção desta terrível praga que esta se alastrando por todo país.

Fique atento.  Nem todo registro de molusco na área urbana está ligado ao Caramujo Gigante Africano. Há outras espécies nativas que não são consideradas pragas e não precisam ser necessariamente combatidas, mas também não devem ser manipuladas, pois também são potenciais vetores. Os profissionais da UNIPRAG estão aptos a identificar e elaborar o melhor plano de controle populacional do Achatina Fúlica.

 

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