Agentes de saúde tentam conter proliferação do Aedes aegypti

O mosquito Aedes aegypti circula em todo Brasil transmitindo, simultaneamente, os vírus da dengue, chikungunya e zika.

Até o presente momento, há 2.401 casos de microcefalia com 29 mortes no país, com o maior número dos casos surgidos a partir de novembro, segundo as informações mais recentes do Ministério da Saúde. Em períodos de condições normais, os casos de microcefalia no Brasil não chegam a 400 por ano.

A agente de Vigilância Ambiental do Distrito Federal, Michelle de Brito é uma das agentes que está visitando as casas para esclarecer às pessoas sobre os riscos e cuidados que devem ser adotados. Michelle recomenda que o mais importante é evitar a formação de criadouros do mosquito.

“As pessoas têm que cuidar das calhas, limpar, retirar folhas para não deixar acumular água”, diz. “Têm que prestar atenção em banheiros, cuidar dos ralos, dentro e fora de casa, observando se há água parada”.

Os agentes alertam que com o período de férias e viagens mais frequentes a circulação dos vírus por todo território nacional deverá aumentar e ainda explicam que uma pessoa em viagem que for picada pelo mosquito transmissor do zika, dengue ou chikungunya levará o vírus para sua cidade de origem. Quando estiver em sua cidade de origem, essa poderá pessoa será picada por um mosquito e transmitirá a esse mesmo o vírus. E esse mosquito, por sua vez, picará outras pessoas aumentando o risco da circulação dos vírus, da transmissão de doenças e de microcefalia.

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